As adaptações curriculares é uma forma de o professor poder interagir com seu aluno possibilitando a diversidade de uma aprendizagem, continua no processo de ensino.
A intervenção pedagógica destes alunos deve ser realizada conhecendo suas características, limitações, potencialidades, criando situações de aprendizagem significativas de forma natural e mais concreta possível proporcionando a motivação neste aluno.
Atividades que o professor pode utilizar com alunos com necessidades especiais com deficiência intelectual: Segundo os Parâmetros Curriculares nacionais:
Ambientes de aula que favoreça a aprendizagem, como: ateliê, cantinhos, oficinas; acesso à atenção do professor; materiais de aula: mostrar os objetos entregá-los, brincar com eles, estimulando os alunos a utilizá-los; apoio para que o aluno perceba os objetos, demonstrem interesse e tenham acesso a eles.
O professor para elaborar as atividades para esses alunos têm que ter atenção e pensar nas alternativas que possam fazer que o aluno com necessidades especiais participe das aulas, criando estratégias que devem ser utilizada nas aulas, é necessário o apoio da família e a constante comunicação com profissionais da área clinica para um desenvolvimento pessoal e educacional.
O desenvolvimento pedagógico com o aluno com deficiência física requer um reconhecimento e respeito às diferenças e as necessidades de cada pessoa, a educação física para este aluno é um grande apoio a inclusão pela adaptação dos jogos e pelas atividades que todos podem realizar juntos, fazendo que o aluno se torne participante e não mero espectador.
Para os alunos com dificuldades motoras é preciso adaptação de materiais pedagógicos como: adaptação para utilização dos lápis, pranchas de comunicação, teclados adaptados com as letras a representação das setas, direção dos cursores no teclado maiores, colmeia para adaptação no teclado para pessoas que não possuem controle motor.
Materiais para os alunos com deficiência física, orientado pelos Parâmetros curriculares nacionais de adaptação curricular:
Materiais de apoio pedagógico tesoura, ponteiras, computadores que funcionam por contato, por pressão ou outros tipos de adaptação; utilização de pranchas ou presilhas para não deslizar o papel, suporte para lápis, presilha de braço, cobertura de teclado etc.
O apoio pedagógico as pessoas com deficiência auditiva pode ocorrer pela língua de sinais, sendo necessário um tradutor ou professor que tenha conhecimento em libras. Se o aluno faz leitura labial é necessário olhar para ele enquanto fala, não deve alterar a voz, deve-se falar naturalmente sem exceder as articulações, para que o aluno possa comprendê-lo através dos movimentos labiais, não falar de costas, de lado ou com a cabeça baixa quando estiver conversando com o aluno com deficiência auditiva, seja expressivo na fisionomia.
Professor quando referir-se ao aluno sinalize com as mãos movimentando-se no campo visual do aluno ou toque sutilmente no braço, se tiver dificuldades de entender o que o aluno estava tentando dizer seja sincero diga que não entendeu e peça que repita o que estava dizendo, a comunicação de uma pessoa com deficiência auditiva pode ser comprendida por meio da leitura labial.
Ao ensinar a língua a um aluno surdo o professor tem dois desafios: ensinar em libras e a língua portuguesa, pois é necessário criar condições para que a criança possa se desenvolver plenamente e interagir com a comunidade surda e ouvinte.
Materiais e equipamentos específicos que o professor poderá lecionar, com alunos de deficiência Auditiva. Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais adaptações Curriculares:
Materiais e equipamentos específicos: prótese auditiva, treinadores de fala, tablado, softwares educativos específicos, textos escritos complementados com elementos que favoreçam a sua compreensão: linguagem gestual, língua de sinais e outros; sistema alternativo de comunicação adaptado às possibilidades do aluno: leitura orofacial, linguagem gestual e de sinais; sala ambiente para treinamento auditivo, de fala, rítmico etc.; posicionamento do aluno na sala de tal modo que possa ver os movimentos orofaciais do professor e dos colegas material visual e outros de apoio, para favorecer a apreensão das informações expostas verbalmente.
Deficiência Visual
O professor pode trabalhar com aluno com deficiência visual, com leituras, descrições do que estar vendo ou fazendo, indicando posição direita e esquerda, descrevendo figuras para que o consciente do aluno possa imaginar, permitindo que o aluno toque objetos, tendo clareza de suas definições como áspero, liso, quente.
Proporcionar o manuseio de objetos desconhecidos, para apropriação das formas, sempre oferecendo ajuda nas realizações das atividades cotidianas no sentido de ensinar o aluno a fazer sozinho, e necessário que o aluno conheça os sinais de Braile e português.
O sistema computacional também pode ser uma metodologia para o professor trabalhar com pessoas com deficiência visual com os programas Dosvox, Visual Vision e o Jaws.
Adaptações Curriculares
Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais adaptações Curriculares para os alunos com deficiência visual:
Materiais desportivos adaptados: bola de guizo e outros; sistema alternativo de comunicação adaptado às possibilidades do aluno: sistema Braille, tipos escritos ampliados; textos escritos com outros elementos (ilustrações táteis) para melhorar a compreensão; posicionamento do aluno na sala de aula de modo que favoreça sua possibilidade de ouvir o professor; deslocamento do aluno na sala de aula para obter materiais ou informações, facilitado pela disposição do mobiliário.
(PCN’s, p. 23, 1997)